SONHOS E UTOPIAS 2022 - Tempo
SONHOS E UTOPIAS 2022 - Tempo
João Alberto Neves (*)
#SonhosUtopias
#PlanetaSonho
Com meu primogênito-médico e minha-nora advogada
(na condição convidado, por ser genitor dele e sogro dela) passei o ano-novo na
agradável companhia de amigos do casal, cujos nomes deixo de revelar, em
respeito à privacidade deles e à posição social que ocupam em Goiânia (Brasil),
a Capital que escolhi para fincar raízes a partir de 1977, quando, aprovado no
vestibular para o curso de Jornalismo da UFG (Universidade Federal de Goiás),
aqui cheguei, oriundo de Rio Verde (interior do estado de Goiás) para estudar,
constituir família e exercer minha atividade laboral.
Marquei
presença em três encontros memoráveis no último dia de 2021. O primeiro foi em
churrascaria compartilhado com um médico colega de turma da faculdade do meu
filho e a esposa fonoaudióloga dele. O bate-papo com ela foi mais animado, pois
demonstrou interesse ao saber como tratei e consegui superar a dislalia,
popularmente conhecida por Distúrbio do Cebolinha, que eu tinha na fala e pela qual sentia dificuldade em articular corretamente determinadas palavras,
trocando o “r” por “l”.
Depois, a
partir do meio da tarde e início da noite, visitamos outro médico, também
colega de turma da faculdade do meu filho e, desta vez, a prosa foi mais
demorada com o simpático papai do jovem esculápio. Ele nos chamou para a
degustação de lanche típico de famílias oriundas do Estado de Minas Gerais, com
pão de queijo, bolo e café. Comi até empanturrar (risos) e depois tive uma
excelente aula sobre a Doutrina Espírita. Fiquei impressionado com a
tranquilidade e firmeza do anfitrião em assuntos como caridade, despojamento de
bens materiais e reencarnação. O tempo fluiu com rapidez. Muitas conversas foram
direcionadas para as expectativas quanto às realizações interrompidas no ano
passado e que terão continuidade a partir de 2022.
O
terceiro encontro, no final da noite e invadindo a madrugada de 1 de janeiro,
foi o mais empolgante: o da virada. A companhia ilustre dessa vez foi um
ex-colega e amigo de ensino médio do meu filho, que atualmente ocupa importante
cargo em carreira jurídica fora do Estado de Goiás. Conversei demoradamente com
o pai dele, sempre atencioso. Ele me falou algo que me fez pensar bastante: a
esposa dele, empresária, ao interagir com um cliente milionário e lhe oferecer alguns
imóveis à venda, foi surpreendida com uma pergunta inusitada: se ela tinha
TEMPO para lhe vender.
Eu também
gostaria de “comprar” tempo, para viver mais e em plenitude.
Mas
apenas Deus é Senhor do Tempo, assim como das nossas vidas.
Quanto
vale o meu tempo?
O modo
como uso o meu tempo está correto?
Eu uso o
meu livre arbítrio na administração do meu tempo?
Não tenho
respostas prontas para essas perguntas.
Mas a
reflexão acerca dessas questões irá, com certeza, estimular a tomada de
atitudes e decisões mais acertadas, tanto neste 2022 quanto nos anos vindouros.
FELIZ ANO
NOVO!
(*) João Alberto Neves é servidor público (em atividade), jornalista
profissional (em recesso) e advogado (licenciado por tempo indeterminado).
Que texto gostoso de ler colega!! Parabéns!!
ResponderExcluirObrigado pelo carinho, colega Ana Maria Caetano!
ExcluirLeitura leve e agradável. Parabéns.
ExcluirObrigado
ExcluirSó hj vi esse depoimento, muito interessante.Convivio com pessoas #s,ideais #s.Nos motivam.Usar corretamente o tempo, preciso aprender.
ResponderExcluirObrigado pelo comentário, cunhada Neide Neves.
ExcluirExcelente, João!
ResponderExcluirE o pior é que, na percepção da maioria das pessoas, o tempo está passando numa velocidade cada vez maior.
Mas ele continua na "velocidade" de 60 minutos por hora.