SONHOS E UTOPIAS 2020 - Retomada
SONHOS E UTOPIAS 2020 - Retomada
João Alberto Neves (*)
#SonhosUtopias
#PlanetaSonho
Olá, amigas e amigos!
Muito já se falou e muito ainda irá se
falar sobre essa pandemia provocada pelo novo corononavírus, doença também
conhecida por COVID-19 que causa estragos mundo afora, a destruir vidas e
economias numa tragédia silenciosa e cujo inimigo é invisível. Essa pandemia
começou aqui no Brasil em meados de março e avança agosto, num momento em que
se ensaia a retomada de atividades além dos setores ditos essenciais.
O medo ainda impera, porém a
necessidade de voltar à normalidade, mesmo com restrições (apelidada de “novo
normal”) fala mais alto. Afinal, os entes federados União, Estados, Distrito
Federal e Municípios têm orçamentos que se materializam em verbas criadas a
partir da arrecadação de tributos, estes oriundos da produção agropecuária,
comércio, indústria, serviços e outros pilares que movimentam a sociedade.
Setores público e privado estão
afetados nessa onda de crise sanitária, cujo desfecho ainda é incerto. Mas o
Brasil não pode ficar totalmente paralisado. Empresas precisam se reinventar
para que não desapareçam e possam manter os atuais ou até gerar novos empregos,
os quais dão dignidade às famílias no seu sustento. A letargia só piora as
coisas, agravada com outras moléstias nesse pacote puxadas pela depressão.
Alguém já disse que “dinheiro não dá
em árvores”. Os recursos financeiros estão ficando cada vez mais escassos, exigindo muita parcimônia na
sua aplicação nas diversas demandas individuais e coletivas, porquanto o futuro
é incerto para todos. Férias e viagens foram adiadas, assim como casamentos,
batizados, festas, jogos de futebol e de outros esportes, além de
grandes shows que atraem milhares de espectadores, tanto em casas fechadas
quando em locais abertos.
Chegamos na exaustão e precisamos
muito que os entes federados nos três níveis da República criem mecanismos para
que possamos trabalhar, a todo vapor e na plenitude de nossas forças.
Precisamos recuperar o tempo perdido aumentando a produção e a autoestima,
gerando as riquezas a serem distribuídas para que não haja exclusão e sim inclusão
social. O homem que trabalha, tanto no campo quando na cidade, tem muitos
sonhos e estes são essenciais, pois desafiam a pessoa a incrementar a
atividade resultante do seu talento, da qual extrai os recursos necessários para alcançar as metas propostas.
O trabalho é, na minha opinião, o
jeito mais prático e honesto para se conquistar a riqueza, ideal maior que
une corações e mentes de empresários e colaboradores, num esquema de diálogo e respeito em prol da paz e da
harmonia na relações laborais.
Deus provê.
Deus proverá.
E a sua misericórdia nunca faltará.
Vamos à luta, portanto, de cabeça
erguida e com o coração generoso para com os menos favorecidos.
Goiânia/GO (Brasil), madrugada do dia 03/08/2020
(segunda-feira).
🙏 Paz e Bem! 🙏
(*) João Alberto Neves é jornalista
(em recesso), advogado (licenciado) e servidor público.
É, João, aquele mundo que emergiu da 2ª Guerra, em que se defendia a livre circulação mundial de pessoas, bens e serviços, multicultural, fundado na troca de experiências e na afirmação da busca pela felicidade de cada indivíduo, acabou. Durou 75 anos. Agora temos algo novo, que força as pessoas a se submeterem ao que é melhor para a coletividade. A pulga que fica atrás da orelha é: quem detém o monopólio (ou oligopólio) de determinar o que é o melhor para a coletividade? Viveremos uma ditadura dos "moralistas do bem", como Átila Iamarino e Gretha Thumberg? Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.
ResponderExcluirAguardemos as respostas da História. Eu torço pela liberdade, sem adjetivos.
ExcluirGostei desse texto, Daddy! Reflete muito o que eu tenho pensado mesmo! Sigamos em frente!
ExcluirPrecisamos refletir muito sobre essa situação desafiadora. Ainda temos muitas perguntas sem respostas.
Excluir